Se você ainda não conhece Arkona, o som dele se assemelha com epic pagan folk metal com tons de black metal. Parece complicado não é? É porquê é dificil definir um único estilo para essa banda. O quarto album da banda, "Ot Serdtsa K Nebu" mostra a nova marca da banda com algumas novidades e surpresas. Assim como nos albums anteriores, tudo começa com uma introdução sombria e dialogos. De fato o desempenho de Masha neste album é o mais firme de todos. As próximas músicas são mais influenciadas pelo lado foclorico. É uma perfeita amostra de diversidade que torno o album tão agradavel de se ouvir. Os faixas possuem uma bela trilha instrumental, longas canções, diversificando cada vez mais o album. Instrumentalmente o album não se diferencia muito de "Vo Slavo Velikim", embora não tenha uma abordagem mais progressiva, todos os elementos ainda estão lá. O desempenho da vocalista Masha segue assim como nos outros albuns, seu alcance é incontestável, não só pelo lado pagã, mas também pelo seu lado agressivo. . - Ian K. Menezes
Nota: 9/10
Gravadora: Napalm Records
Myspace: www.myspace.com/arkonarussia
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É com grande prazer que estou aqui escrevendo a resenha do mais novo fabuloso album do Deadlock. Uma banda que era totalmente desconhecida para mim. A banda traz um som totalmente único, totalmente caótico, masclando black, progressive thrash metal e metalcore, trazendo belas melodias por tras desse som destruidor, pintando o cenário musical como ninguem jamais o fez.
o album "Manifesto" me deixa perdido nesse labirinto musical, esperando nuncar uma saida e esperando ficar preso para sempre nesse universo paralelo. A introdução do album é iniciado por uma cena electronica pertimindo e dando a verdadeira forma a proxima faixa: "Martyr To Science". A coaticagem do Deadlock é invadida por riffs de death/thrash acompanhados por longos solos. A genial interação entre diferentes vocais que se misturam com guturais de Death Metal deixam a melodia mais diversificada do que nunca. Em "Deathrace" se inicia com guturais pesados mas também por vocais femininos até tudo se tornar "A gangsta rap". É óbvio que a banda trabalhou duro nesse album e conseguiu chocar os ouvintes se diversificando em tantos estilos diferentes. Um execelente cover de "Temple Of Love" originado por Sisters Of Mercy finaliza o album, sem dúvida um otimo album em todas circustancias. . - Ian K. Menezes
Nota: 10/10
Gravadora: Lifeforce Records
Myspace: www.myspace.com/xdeadlockx
Dentro do grande tema do mundo musical, entre centenas de bandas, conjuntos e artistas solo, é raro que seja testemunhado um genero musical como esse. Tais bandas alcançaram este estatuto evidentemente incluindo, The Beatles, Led Zeppelin, Rush e as vezes poderia se dizer que até Radiohead. Mastodon pode ter um longo caminho a percorrer para alcançar esse estatuto lendário, mas eu quero que caia um raio na minha cabeça se eles não estiverem no caminho certo. No ano de 2006, Mastodon agitam o mundo do metal mais uma vez, com "Blood Mountain" é a primeira grande incursão de teirritório de rótulo dado a Warner Brothers' Reprise, e ainda representam seu fascínio com o ritmo da natureza atomosférica do metal progressivo. Novamente a maior diferença entre "Blood Mountain" e os dois lançamentos anteriores é a diversidade entre as faixas. Como ouvinte posso identificar facilmente a partir das primeiras musicas do album que reside mais variadas melodias a direção do que quase todo o album "Leviathan". A banda obviamente queria tentar criar um album perfeito de todas as formas. . - Ian K. Menezes
Nota: 6.5/10
Gravadora: Warner Music
Myspace: www.myspace.com/mastodon
Pessoas dizem que uma banda ou um artista só é realmente real quando eles lançam seu segundo album, porquê fica assim facil ver qual é a sua verdadeira intenção. No caso de Poisonblack é bastante dificil de analisar por essa perspectiva. Existe uma diferença brutal do album "Escapextacy" para o "Lust Stained Despair". O primeiro sendo bastante gótico (sem surpresas por favor) e talvez mais parecido com a banda HIM (considerando isso um elogio..ou talvez não), o segundo ja mixa música gotica com heavy metal e hard rock. O resultado é simples: originalidade. Além disso, o papel fundamental da banda - o vocalista da banda foi alterado de Charon's J.P. Leppäluoto para Ville Laih, que por sinal virou compositor e o guitarrista principal da banda. Esse album tem mais raiva, é mais solido e muito mais serio e é claro..surpreendente. O album realmente supreende o ouvinte que está esperando algo gótico (que seria o caso de "Escapextacy"). Com esse lançamento mostra claramente que a banda achou sua verdadeira identidade. "Lust Stained Despair" é a alma do Poisonblack, enquanto "Escapextacy" foi somente um traje que a banda vestiu. "Nothing Else Remains" mostra o começo da evolução. Primeiro de tudo, os vocais. Eles são completamente diferentes. Além disso, parece haver mais exploração no vocal das melodicas, uma vez que a banda faz muito uso do backing vocal. Técnicas melhoradas também podem ser vistas nas guitarras e nos solos de teclado, deixando o ouvinte uma certa criatividade e sentimento nas músicas. Alguns exemplo disso pode ser ouvido em "Nail" e "Soul In Flames". Existem também algumas harmonias artificiais no estilo de Zakk Wylde, uma das influências de Ville Laihiala. Falando sobre hamonias artificiais, outro destaque desse album é a faixa "Rush", que também vira single e clipe. Além das harmonias agora mencionadas, o refrão é bastante cativante fazendo você cantar sem nem mesmo ter ouvido. De qualquer forma, Laihiala parece ter aprendido a catividade, porquê a maioria das faixas desse album permanecem na sua cabeça por um bom tempo. . - Ian K. Menezes
Nota: 9/10
Gravadora: Century Media Records
Myspace: www.myspace.com/officialpoisonblack
Tem sido interessante ver "Running Wild" obter alguma concorrência ao longo dos últimos dos anos, primeiro com Swashbuckle e agora com Alestorm. Este continuo sendo um bonito sub-genero do metal mas qual é que isso realmente ainda pode crescer? Todas as bandas até agora mencionadas, definiram muito bem o seu som e Captain Morgan's Revenge pode muito bem ser o novo nível de excelência para todos aqueles que seguem esse novo genero. Considerando que a natureza pirata de Running Wild tem sido baseado, em grande parte em imagens, temas líricos (assim como seu visual, roupas), Alestorm leva as coisas em um nível mais simples como a adição de teclados, dando assim uma sensação de um velho tempo no alto mar. - Ian K. Menezes
Nota: 8/10
Gravadora: Napalm Records
Myspace: http://www.myspace.com/alestorm
Versar sobre As I Lay Dying, hoje em dia, é versar sobre um dos maiores ícones do Metalcore mundial. Juntamente com bandas como Lamb of God, o As I Lay Dying fixou seu nome na cena devido a discos marcantes anteriores como Frail Words Collapse e Shadows are Security. A partir disso, vimos uma seqüência de desenvolvilmento e amadurecimento musical dos integrantes e produtores do AILD, o que se reproduziu bastante com o lançamento do disco An Ocean Between Us (2007). Tendo como base, letras marcantes, como não poderia deixar de ser, envolvendo a questão do livre arbítrio e todos os contextos sociais, “o que fazemos de nós”. O disco se inicia com Seperation, a bela introdução que chega a dar arrepios e segue pra uma pancadaria sem precedentes chamada Nothing Left, onde já se começa a perceber tudo sobre o que eu citei acima de desenvolvimento e amadurecimento dos integrantes: ótimos riffs, bases soladas e uma bateria super empolgante. A faixa que dá nome ao álbum, se torna a melhor música do disco, onde o refrão faz qualquer um cantar ou, no mínimo, cantarolar, por uma semana seguida. O disco têm diversos outros destaques que farão os fãs se deliciarem, como a pegada pesadíssima de Bury Us All, The Sound of Truth e a derradeira This is Who We Are que vêm como uma faixa cheia de melodias e termina com um solo muito bonito de piano, finalizando o álbum muito bem e fazendo com que o ouvinte se sinta no dever de escutar o disco novamente. Em resumo, posso afirmar com convicção que, An Ocean Between Us, é um dos discos que marcarão a história do Metalcore mundial. - Bruno Thompis
Nota: 9.5/10
Gravadora: Metal Blade
Myspace: http://www.myspace.com/asilaydying
Radicados em São Paulo, eles mostram uma proposta inicial de um metalcore bastante influenciado pelo maravilhoso As I Lay Dying. O lançamento da demo foi feito meio que às pressas, o que não comprometeu em nada o trabalho desse quinteto paulista que é de se invejar. A faixa de abertura Bad Souvenirs of a Shady Past é uma completa violência e faz com que imaginemos a música ao vivo. A desenvoltura do baterista Bruno é invejável, alternando momentos mais fortes com passagens mais cadenciadas, fazendo com que a música seja bastante imprevisível e surpreenda quando revelada. De cara é a melhor faixa dessa demo. Nothing Is Like before, vem com riffs bem alternados e palhetadas poderosas, sendo uma ótima faixa para se bangear, o defeito fica por conta da gravação, que não é a mesma de Bad Souvenirs of a Shady Past e deixa um pouco a desejar. O disco se finaliza com a faixa Through My Promisse, que é repleta de breakdowns e passagens mais melodiosas, sem perder o conceito de pancadaria dos paulistas. Em suma, prefiro ver o lado evolutivo da banda: em 2007 se reuniram, e em 2008 gravaram essas três músicas que me renderam um conceito no mínimo ‘Bom’. Portanto, o Sharks At Abyss é um dos nomes promissores do Metalcore nacional. Torçamos por novas composições. E que a seriedade no trabalho seja sempre marca registrada da banda. - Bruno Thompis
Nota: 8/10
Gravadora: Independente
Myspace: http://www.myspace.com/sharksatabyss